Carregando cotações...
CriptoBR
No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Gems da Semana
    • Memecoins
    • Cripto + IA
  • Guias
    • Guia Completo para Iniciantes
    • Melhores Corretoras Brasil
    • Melhores Carteiras
    • Melhores Hard Wallets
    • Melhores Cartões Cripto
    • Como Comprar Cripto
    • Glossário Cripto
  • Análises
    • Reviews de Corretoras
    • Reviews de Carteiras
    • Reviews de Cartões
  • Tutoriais
  • Entenda
    • Maestro
    • Vkxtech
    • Tangem
    • CoinMarketTok
    • Oobit
  • Agência
  • Anuncie
No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Gems da Semana
    • Memecoins
    • Cripto + IA
  • Guias
    • Guia Completo para Iniciantes
    • Melhores Corretoras Brasil
    • Melhores Carteiras
    • Melhores Hard Wallets
    • Melhores Cartões Cripto
    • Como Comprar Cripto
    • Glossário Cripto
  • Análises
    • Reviews de Corretoras
    • Reviews de Carteiras
    • Reviews de Cartões
  • Tutoriais
  • Entenda
    • Maestro
    • Vkxtech
    • Tangem
    • CoinMarketTok
    • Oobit
  • Agência
  • Anuncie
No Result
View All Result
CriptoBR
No Result
View All Result
Maestro
Home Notícias

Tailândia mira USDT em cerco contra dinheiro ilícito

Hillary Gonçalves by Hillary Gonçalves
julho 13, 2026
in Notícias
0
Capa editorial com token USDT sob lupa em contexto de fiscalização financeira na Tailândia
189
SHARES
1.5k
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter
📋 Resumo

O Banco da Tailândia e a SEC local iniciaram auditorias sobre transações de alto volume com stablecoins, com foco em USDT. A medida faz parte de uma ofensiva contra lavagem de dinheiro, apostas online e fluxos financeiros fora dos canais bancários tradicionais.

O Banco da Tailândia colocou transações de alto volume com stablecoins no centro de uma nova ofensiva contra dinheiro ilícito. Segundo o jornal local The Nation, o banco central e a Comissão de Valores Mobiliários da Tailândia, a SEC local, passaram a usar ferramentas de análise de dados para auditar operações consideradas anormais, com foco específico no Tether (USDT).

A medida importa porque mostra mais um regulador asiático tratando stablecoins não apenas como instrumento de pagamento ou negociação, mas como infraestrutura sensível de supervisão financeira. Em vez de mirar todo o mercado cripto de forma genérica, a autoridade está concentrando a fiscalização em fluxos grandes, padrões de ocultação de beneficiários e possíveis rotas para burlar sistemas formais de remessa.

USDT entra no radar da fiscalização tailandesa

De acordo com a cobertura do The Block, o governador do Banco da Tailândia, Vitai Ratanakorn, afirmou que a atuação ocorre em conjunto com a SEC do país. A análise preliminar teria identificado transações desenhadas para esconder propriedade ou contornar canais tradicionais de transferência de recursos.

O USDT aparece no centro da apuração por ser uma das stablecoins mais líquidas do mercado global e por permitir liquidação quase instantânea entre plataformas. Esse mesmo atributo, que torna o ativo útil para traders, remessas e operações internacionais, também aumenta o interesse de reguladores quando há suspeita de lavagem de dinheiro ou evasão de controles locais.

A ação tailandesa vem em um momento em que stablecoins já ocupam espaço crescente no mercado. O CriptoBR mostrou recentemente que a BNB Chain lidera stablecoins com 15 milhões de endereços ativos, enquanto o setor também atravessa uma fase de ajuste: as stablecoins perderam US$ 10 bilhões em valor de mercado desde maio, embora analistas vejam a queda como contida.

Ofensiva também mira dinheiro em espécie e ouro

A fiscalização não se limita às criptomoedas. O pacote tailandês prevê exigência de comprovação de origem para depósitos em dinheiro iguais ou superiores a 5 milhões de baht, cerca de US$ 150 mil, além de monitoramento sobre trocas incomuns de cédulas e operações com ouro físico.

Segundo o The Nation, bancos comerciais já haviam sido obrigados a exigir justificativa para saques elevados em espécie. Após essa camada inicial de controle, os saques físicos de alto valor teriam caído 35% no país. Agora, a autoridade busca fechar o outro lado do circuito, exigindo declaração de origem também para grandes depósitos.

O mercado de ouro também entrou no radar porque reguladores identificaram padrões de compra digital pela manhã e retirada física no mesmo dia, comportamento considerado compatível com tentativa de movimentar recursos fora de trilhas bancárias convencionais. Bancos passaram a reportar esse tipo de anomalia ao órgão antilavagem local.

Regulação asiática fica mais granular

O caso reforça uma tendência: a regulação cripto na Ásia está ficando mais granular. Países que antes discutiam stablecoins em termos amplos agora olham para pares específicos, volumes de negociação, beneficiários finais e integração com bancos, corretoras e canais de pagamento.

Para usuários comuns, a mudança não significa uma proibição automática do USDT na Tailândia. O ponto central é que grandes fluxos e operações fora do padrão tendem a enfrentar mais exigência documental. Para exchanges e provedores de serviços, o recado é mais direto: controles de KYC, monitoramento transacional e cooperação com autoridades passam a ser parte inevitável da operação.

A Tailândia não está isolada nesse movimento. Como o CriptoBR noticiou, Taiwan aprovou sua primeira lei para cripto e stablecoins, enquanto outros mercados asiáticos discutem regras para emissão, custódia e uso de tokens pareados a moedas fiduciárias.

O efeito prático é que stablecoins continuam ganhando relevância como ponte entre finanças tradicionais e cripto, mas essa relevância vem acompanhada de maior escrutínio. Quanto mais esses ativos entram em pagamentos, remessas e liquidez global, maior tende a ser a pressão para que grandes movimentações deixem rastros claros para reguladores.

Hillary Gonçalves
Hillary Gonçalves

Hillary Gonçalves cobre regulação cripto no Brasil, movimentações institucionais e adoção de stablecoins em real. Editora no CriptoBR desde 2026, acompanha o impacto das decisões do Banco Central e da CVM no mercado digital brasileiro.

📰 Leia também

  • BlackRock chega a US$ 2,93 bi em fundos tokenizados
  • BNB Chain lidera stablecoins com 15 mi de endereços
  • Stablecoins perdem US$ 10 bi desde maio, mas queda é contida
  • USDT vence em pagamentos, USDC lidera DeFi, diz Dune
  • Polymarket pede aval para margem nos EUA
Tags: ÁsiaregulaçãostablecoinsTetherUSDT
CriptoBR

©2025 CriptoBR Todos os Direitos Reservados.

Navegação

  • Agência
  • Anuncie
  • Legal
  • Termos de Uso
  • Políticas de Privacidade

Redes Sociais

No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Gems da Semana
    • Memecoins
    • Cripto + IA
  • Guias
    • Guia Completo para Iniciantes
    • Melhores Corretoras Brasil
    • Melhores Carteiras
    • Melhores Hard Wallets
    • Melhores Cartões Cripto
    • Como Comprar Cripto
    • Glossário Cripto
  • Análises
    • Reviews de Corretoras
    • Reviews de Carteiras
    • Reviews de Cartões
  • Tutoriais
  • Entenda
    • Tangem
    • CoinMarketTok
    • Oobit
    • Maestro
    • Vkxtech
  • Agência
  • Anuncie

©2025 CriptoBR Todos os Direitos Reservados.

🍪 Utilizamos cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Privacidade conforme a LGPD (Lei 13.709/2018).
📩 Receba as notícias cripto no seu email
🔍
Pressione ESC para fechar
Últimas
BlackRock chega a US$ 2,93 bi em fundos tokenizados
Saylor e Adam Back rejeitam fork contra Ordinals
BNB Chain lidera stablecoins com 15 mi de endereços
Stablecoins perdem US$ 10 bi desde maio, mas queda é contida
4pay lança compra de ações tokenizadas com PIX e amplia acesso de brasileiros ao mercado americano
×