Carregando cotações...
CriptoBR
No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Gems da Semana
    • Memecoins
    • Cripto + IA
  • Guias
    • Guia Completo para Iniciantes
    • Melhores Corretoras Brasil
    • Melhores Carteiras
    • Melhores Hard Wallets
    • Melhores Cartões Cripto
    • Como Comprar Cripto
    • Glossário Cripto
  • Análises
    • Reviews de Corretoras
    • Reviews de Carteiras
    • Reviews de Cartões
  • Tutoriais
  • Entenda
    • Maestro
    • Vkxtech
    • Tangem
    • CoinMarketTok
    • Oobit
  • Agência
  • Anuncie
No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Gems da Semana
    • Memecoins
    • Cripto + IA
  • Guias
    • Guia Completo para Iniciantes
    • Melhores Corretoras Brasil
    • Melhores Carteiras
    • Melhores Hard Wallets
    • Melhores Cartões Cripto
    • Como Comprar Cripto
    • Glossário Cripto
  • Análises
    • Reviews de Corretoras
    • Reviews de Carteiras
    • Reviews de Cartões
  • Tutoriais
  • Entenda
    • Maestro
    • Vkxtech
    • Tangem
    • CoinMarketTok
    • Oobit
  • Agência
  • Anuncie
No Result
View All Result
CriptoBR
No Result
View All Result
Maestro
Home Notícias

Megabancos do Japão miram stablecoin até 2027

Hillary Gonçalves by Hillary Gonçalves
junho 10, 2026
in Notícias
0
Megabancos do Japão miram stablecoin até 2027
189
SHARES
1.5k
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter
📋 Resumo

MUFG Bank, SMBC e Mizuho Bank formaram um conselho para estruturar uma stablecoin conjunta no Japão até março de 2027. O movimento importa porque leva a emissão regulada de tokens de pagamento para o centro do sistema bancário japonês, com foco em liquidação corporativa e pagamentos digitais.

Os três maiores bancos do Japão avançaram para a criação de uma stablecoin conjunta, mirando emissão ainda no ano fiscal de 2026, que termina em março de 2027. Segundo o CoinDesk, MUFG Bank, Sumitomo Mitsui Banking Corporation (SMBC) e Mizuho Bank estabeleceram um conselho para discutir a estrutura operacional, a governança e os requisitos necessários para colocar o projeto em produção.

A iniciativa é relevante porque desloca a conversa sobre stablecoins do ambiente de fintechs e exchanges para dentro do sistema bancário tradicional. Em vez de uma emissão isolada por uma startup, o plano envolve três instituições centrais da economia japonesa trabalhando em uma infraestrutura comum para dinheiro tokenizado.

Stablecoin bancária ganha tração no Japão

O projeto não surgiu do zero. Em novembro de 2025, a Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) já havia apoiado uma prova de conceito envolvendo MUFG, SMBC e Mizuho para estudar a emissão conjunta de stablecoins como instrumento eletrônico de pagamento. Na ocasião, o experimento também incluía a Mitsubishi Corporation, a Mitsubishi UFJ Trust and Banking Corporation e a Progmat, plataforma ligada à infraestrutura de ativos digitais do grupo MUFG.

De acordo com o material divulgado pelas instituições no início do piloto, a estrutura estudada usa um acordo de trust, no qual os bancos atuam como participantes principais e uma instituição fiduciária opera como agente. A ideia é testar se uma stablecoin pode funcionar em pagamentos corporativos e transfronteiriços dentro das regras japonesas, sem abrir mão de controles de compliance e proteção ao usuário.

Esse detalhe é importante para o leitor brasileiro: o Japão está tentando transformar stablecoins em uma ferramenta regulada de liquidação, não apenas em um ativo negociado em corretoras. Como o CriptoBR mostrou na matéria sobre o país mirar ETFs cripto e stablecoin em iene, a agenda japonesa vem combinando abertura institucional com regras específicas para emissores e distribuidores.

Por que os bancos querem uma stablecoin

Stablecoins são tokens desenhados para acompanhar o valor de uma moeda tradicional, como dólar, real ou iene. No caso japonês, o uso mais provável está em pagamentos entre empresas, liquidação 24/7, movimentações internacionais e operações que hoje dependem de bancos correspondentes, janelas de horário e reconciliação manual.

Para grandes bancos, a motivação é dupla. De um lado, há pressão competitiva de emissores privados de stablecoins, que já provaram demanda global por dinheiro digital programável. De outro, existe uma oportunidade de preservar a relação com clientes corporativos oferecendo uma versão tokenizada dos trilhos bancários tradicionais.

Esse movimento conversa com uma tendência mais ampla de tokenização em mercados regulados. Recentemente, o CriptoBR destacou como a Abra mira tokenização como próxima aposta de Wall Street e como infraestruturas tradicionais vêm testando ativos onchain para reduzir atrito operacional. A diferença no caso japonês é que o foco inicial parece ser dinheiro de liquidação, não apenas fundos, ações ou crédito tokenizado.

O que muda para o mercado cripto

Para o mercado cripto, a entrada coordenada de MUFG, SMBC e Mizuho reforça que stablecoins deixaram de ser um produto periférico. Elas estão virando uma camada de infraestrutura disputada por bancos, fintechs, bandeiras de pagamento e redes blockchain.

O Japão já tinha dado sinais nessa direção. A startup JPYC lançou uma stablecoin lastreada em iene em 2025, enquanto outras iniciativas institucionais passaram a buscar espaço no mercado local. Globalmente, empresas de pagamento também aceleram integrações, como mostrou a matéria do CriptoBR sobre a Mastercard levar stablecoins à liquidação global.

O ponto de atenção é que a adoção bancária não elimina riscos. Reguladores continuam olhando para liquidez, reservas, interoperabilidade, prevenção à lavagem de dinheiro e possíveis deslocamentos de depósitos bancários. Por isso, o projeto japonês tende a avançar de forma controlada, com prioridade para casos corporativos e estruturas juridicamente claras.

Se a emissão chegar ao mercado até março de 2027, o Japão pode se tornar um dos testes mais relevantes de stablecoin bancária em larga escala. Para investidores, desenvolvedores e empresas que acompanham infraestrutura financeira onchain, o recado é simples: a disputa por stablecoins não está mais limitada ao mercado cripto nativo.

Hillary Gonçalves
Hillary Gonçalves

Hillary Gonçalves cobre regulação cripto no Brasil, movimentações institucionais e adoção de stablecoins em real. Editora no CriptoBR desde 2026, acompanha o impacto das decisões do Banco Central e da CVM no mercado digital brasileiro.

📰 Leia também

  • ETFs de Bitcoin voltam ao nível pós-eleição de Trump
  • EUA miram pacote para simplificar imposto cripto
  • Morpho levanta US$ 175 mi para crédito onchain
  • FCA propõe limite de 10% para cripto em fundos do Reino Unido
  • Coinbase prepara poupança onchain com Ethena
Tags: Japãoregulaçãostablecoinstokenização
CriptoBR

©2025 CriptoBR Todos os Direitos Reservados.

Navegação

  • Agência
  • Anuncie
  • Legal
  • Termos de Uso
  • Políticas de Privacidade

Redes Sociais

No Result
View All Result
  • Início
  • Notícias
  • Onde Investir
    • Criptomoedas Promissoras
    • Gems da Semana
    • Memecoins
    • Cripto + IA
  • Guias
    • Guia Completo para Iniciantes
    • Melhores Corretoras Brasil
    • Melhores Carteiras
    • Melhores Hard Wallets
    • Melhores Cartões Cripto
    • Como Comprar Cripto
    • Glossário Cripto
  • Análises
    • Reviews de Corretoras
    • Reviews de Carteiras
    • Reviews de Cartões
  • Tutoriais
  • Entenda
    • Tangem
    • CoinMarketTok
    • Oobit
    • Maestro
    • Vkxtech
  • Agência
  • Anuncie

©2025 CriptoBR Todos os Direitos Reservados.

🍪 Utilizamos cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Privacidade conforme a LGPD (Lei 13.709/2018).
📩 Receba as notícias cripto no seu email
🔍
Pressione ESC para fechar
Últimas
ETFs de Bitcoin voltam ao nível pós-eleição de Trump
EUA miram pacote para simplificar imposto cripto
Morpho levanta US$ 175 mi para crédito onchain
Tangem leva autocustódia para a prateleira
Humanity Protocol perde US$ 32 mi e H desaba 80%
×