Segundo uma reportagem, em caso de autorização, a capitalização de mercado sobre os criptoativos poderá ser considerável, já que o credor representa um balanço total de cerca de U$ 1,42 trilhão, montante que representa cerca de 140% o volume atual do mercado de criptomoedas. A estratégia do Deutsche Bank estaria relacionada ao aumento de receita de taxas por meio das transações envolvendo criptomoedas.
As principais altcoins em capitalização de mercado acompanhavam a alta do Bitcoin, em menor proporção na maioria dos casos. No campo das altas mais expressivas, o FXS valia US$ 6,14 (+9,52%), o ARB se convertia em US$ 1,10 (+9,95%), o LTC era negociado por US$ 84,04 (+8,95%), o HBAR estava avaliado em US$ 0,049 (+9,65%), o XEC estava quantificado em US$ 0,000021 (+8,73%), o NEO respondia por US$ 8,49 (+9,58%) e o IMX se pareava em US$ 0,67 (+8,41%).
As altas de dois dígitos percentuais se apresentavam em maior número. Entre elas, o CFX era transacionado por US$ 0,21 (+20%), o FLOW se transformava em US$ 0,55 (+22%), o OP representava US$ 1,37 (+18%), o STX valia US$ 0,74 (+18%), o KDA estava cotado a US$ 0,65 (+23%), o ID era comprado por US$ 0,33 (+14%), o PENDLE se convertia em US$ 0,60 (+19%), o FLM estava nivelado em US$ 0,080 (+32%) e o ATOR era atraído por US$ 0,36 (+27%).
Oliver Andrade é jornalista, empreendedor e uma das vozes mais ativas do ecossistema cripto brasileiro. Aos 32 anos, casado e pai, concilia a vida pessoal com uma trajetória intensa no mercado de ativos digitais que começou em 2020 — quando...





