A CriptoBR Agency acaba de divulgar um relatório estratégico que reforça o potencial explosivo da América Latina no cenário Web3. Com o título “Nossa Estratégia Orbital Web3”, o documento apresenta uma abordagem completa de marketing descentralizado e explica por que projetos globais não podem ignorar o Brasil, a Argentina e o México como hubs de expansão, validação e engajamento.
Segundo o relatório, o Brasil já figura entre os 10 maiores países do mundo em número de usuários ativos em plataformas Web3. Além disso, a região LATAM como um todo tem apresentado um crescimento anual superior a 30% em adoção de carteiras digitais, impulsionada por crises institucionais, inflação persistente e uma forte adesão à liberdade financeira via stablecoins e DeFi.
A CriptoBR posiciona-se como protagonista nesse cenário com sua Estratégia Orbital, que integra todas as fases do marketing Web3, incluindo:
Construção de Comunidade (Telegram, Discord, Zealy)
Mídia Paga e Orgânica com SEO e Storytelling
Parcerias com Influencers & KOLs locais
PR & Earned Media
Hype pré-lançamento e Tokenomics
Landing Pages e estruturação de pré-venda
Acompanhamento de métricas e growth hacking
O relatório traz ainda números sólidos que demonstram a eficácia da agência:
✔️ Mais de 120 projetos incubados e lançados
✔️ Mais de 20 mil leads gerados em campanhas Web3
✔️ Mais de R$ 15 milhões movimentados em pré-vendas
Além de custo de aquisição até 60% menor do que em mercados como EUA e Europa, a LATAM oferece um público engajado e ávido por narrativas de descentralização, inclusão financeira e independência tecnológica.
“Projetos que desejam escalar, testar novas audiências e se posicionar estrategicamente para o próximo ciclo de alta precisão precisam considerar a América Latina e a CriptoBR está pronta para guiar essa jornada”, conclui o material.
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Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





