10 criptomoedas da rede Arbitrum que subiram até 425% em janeiro

Nesta quinta-feira (2), uma criptomoeda de protocolo de dados subiu 335% em meio à euforia do Bitcoin com o alívio do Fed. Isso porque o banco central dos EUA  suavizou sua política monetária ao anunciar um aumento de 0,25% em sua taxa de juros, decisão que animou os investidores e que se refletiu positivamente no preço do Bitcoin (BTC).

A exemplo do que ocorreu em janeiro, a alta do BTC favoreceu a explosão de preços de diversas altcoins, muitas pertencentes a projetos pouco conhecidos dos investidores. Entre elas estavam vários tokens de projetos criados na rede Arbitrum, uma solução de dimensionamento de camada 2 alternativa aos gargalos da rede Ethereum. 

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Caso a alta das criptomoedas não se revele um voo de galinha e se prolongue em fevereiro, os tokens da rede Arbitrum têm boas chances de figurar entre as “pequenas notáveis” ao longo do mês, caso repitam o desempenho de algumas altcoins da rede em janeiro, quando chegaram a acumular ganho de até três dígitos. 

O grupo dos 10 tokens com melhor desempenho em 30 dias do ecossistema detentor de uma fatia de 12,5% do mercado com um volume de US$ 138,9 bilhões, pelo que apresentava o monitoramento do CoinMarketCap, era liderado pelo desconhecido HAMI, que é um token de recompensa da Hamachi Finance em troca do bloqueio de tokens pertencentes a diversas blockchain de camada 2. 

O HAMI era trocado de mãos por US$ 0,00027 (+51%) e acumulava alta semanal de 195% e mensal de 425%. Já o projeto estava rankeado na 3057ª posição com US$ 5,5 milhões em capitalização de mercado. 

Gráfico de 30 dias do par HAMI/USD. Fonte: CoinMarketCap

Em ordem decrescente de ganho mensal, o HAMI era seguido pelo MAGIC, token nativo do ecossistema Treasure, que funciona como um console de videogame descentralizado que conecta diferentes jogos e comunidades e que utilizam o MAGIC nas transações do “Nintendo da Arbitrum.” Rankeado na 105ª colocação com US$ 373,9 milhões em capitalização, o MAGIC estava precificado em US$ 1,80 (+32%) com alta de 41% e 260% nos acumulados de sete e trinta dias, respectivamente. 

Gráfico de 30 dias do par MAGIC/USD. Fonte: CoinMarketCap

Na sequência aparecia o desconhecido GRAIL, token da exchange descentralizada Camelot, precificado em US$ 643,29 (+24,9%) com ascensão semanal de 71% e mensal de 206%. 

Gráfico de 30 dias do par GRAIL/USD. Fonte: CoinMarketCap

Na quarta posição aparecia o pouco conhecido RDNT, token da Radian Capital, que se apresenta como “Banco Central DeFi”, transacionado a US$ 0,13 (+19,4%) com avanços de 26,3% e de 198% nos acumulados semanal e mensal, respectivamente. 

Gráfico de 30 dias do par RDNT/USD. Fonte: CoinMarketCap

Em seguida aparecia o HND, token do aplicativo descentralizado de empréstimo de criptomoedas multichain Hundred Finance, avaliado em US$ 0,043 (+6%) com alta semanal de 28,6% e mensal de 168,8%.

Gráfico de 30 dias do par HND/USD. Fonte: CoinMarketCap

Em ordem decrescente de ganho mensal, o HND era seguido por: Synapse (SYN), precificado em US$ 1,23 (+45,3%) com altas de 39,3% e 155,7% nos acumulados semanal e mensal, respectivamente; ArbInu (ARBINU), estimado em US$ 0,0018 (+52,7%) com avanços de 247,8% e 156,1% no semanal e no mensal, nessa ordem; o Frax Share (FXS), cotado a US$ 10,93 (+9,4%) com alta de 3,26% e 136,1% nos acumulados semanal e mensal, nessa sequência; Yieldification (YDF), equiparado a US$ 0,035 (+0,43%) e crescimentos de 18,5% e 129,1% nos acumulados semanal e mensal, respectivamente; Vela Token (VELA); transacionado a US$ 2,94 (+14,1%) com alta semanal e mensal de 125% e 125,5%.

No rali das altcoins em janeiro, dez criptomoedas ligadas à música apresentaram alta de até 232%, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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