SP-Arte, Mercado Bitcoin, Ripio, Bitso, livro sobre Ethereum, lançamento de NFTs e outras novidades

O mercado de criptomoedas no Brasil começa a semana anunciando muitas novidades, entre elas, a maior feira de artes da América Latina, a SP-Arte, anunciou o lançamento de um app exclusivo para a feira.

Segundo a SP-Arte, o app organiza todos os eventos que ocorrem durante a feira como lançamentos editoriais, visitas guiadas gratuitas, conversas com artistas, e na cidade, durante os dias que antecedem ao evento, como aberturas, ateliês abertos e coquetéis.

Em edições passadas, estandes na SP-Arte aceitavam criptomoedas como forma de pagamento pelas obras, além da venda de NFTs e outras artes digitais.

No aplicativo, o visitante também pode navegar por todas as informações úteis da feira, visualizar o mapa e a lista de expositores, acessar o convite ou comprar facilmente o seu ingresso, além de receber lembretes sobre a programação. O aplicativo é gratuito e está disponível nas versões Android e iOS.

Mercado Bitcoin

Outra novidade é da exchange Mercado Bitcoin, que lançou um novo hub de conteúdo. O espaço integrará o blog do MB com artigos, vídeos, podcasts, web stories, relatórios, análises de mercado, colunas de opinião e e-books exclusivos.

“A proposta busca oferecer maior liberdade para o usuário – que pode escolher a melhor forma de consumir os conteúdos – enquanto expande o alcance de ações educacionais e linguagens adaptadas para diferentes tipos de investidores e entusiastas da nova economia digital. Nosso objetivo é tangibilizar conteúdo como serviço para as pessoas, na prática”, afirma Robson Harada, CMO do MB.

O hub receberá materiais em múltiplos idiomas e contará com um mecanismo de pesquisa categorizado para a jornada de aprendizado de cada consumidor, além da completa adaptação ao formato mobile, e disponibilização de textos em áudio digital. Segundo Harada, a estratégia envolve a “criação de experiências de conteúdo inéditas no setor para inserir novos públicos à economia digital”.

Ripio e Polygon

Já a Ripio anunciou uma integração com a Polygon. Com a integração, os usuários do ecossistema Polygon poderão usar os produtos do Ripio Portal, Trade e Wallet. Além disso, a Ripio está desenvolvendo uma blockchain B2B com o suporte da Polygon Labs para este projeto.

Ao integrar a rede Polygon aos produtos Ripio, os usuários terão acesso a protocolos de mercado monetário como AAVE e Compound, na área de finanças descentralizadas; marketplaces de NFT como Opensea e Magic Eden e, também, as principais redes usadas para os jogos como Aavegotchi, Decentraland e The Sandbox.

“Esta parceria é um passo fundamental em nossa missão de expandir o uso da rede Polygon em toda a América Latina”, disse Hamzah Khan, chefe de DeFi da Polygon Labs.

Lançamento de livro

Outra novidade é o lançamento do livro “Ethereum: o código da Revolução – Um guia sobre investimentos, metaverso, NFT e internet 3.0” de autoria de Daniel Duarte é um guia completo para entender a evolução do Ethereum, uma dos sistemas mais promissores e revolucionários da atualidade.

Daniel é um expert em criptomoedas e autor de Bitcoinomics: uma história de rebeldia, publicado pela LVM. Neste novo livro, seu objetivo foi o de mergulhar no Universo do Ethereum com profundidade e abrangência, dando aos leitores a possibilidade de entenderem os principais aspectos do assunto, as consequências práticas e o futuro, tanto da moeda ETH, quanto do sistema, o que será indispensável quando do avanço de situações muito próximas a nós, como a implementação do Real Digital, por exemplo.

O livro começa com uma introdução ao universo digital e filosofia digital, seguida de uma exploração das bases do Ethereum e como ele difere do Bitcoin. Em seguida, o autor discute a Web 3.0 e sua relação com o Ethereum, explorando o potencial do Metaverso e dos NFTs.

Em seguida, Daniel explora a história do Ethereum e as várias fases pelas quais ele passou, incluindo o controverso colapso do DAO. Ele também discute o papel de Vitalik Buterin na criação do Ethereum e seu impacto na indústria de criptomoedas.

A segunda parte do livro explora o mecanismo do Ethereum em profundidade, incluindo tipos de conta, a Ethereum Virtual Machine (EVM), linguagens de programação, e padrões de token. O autor também discute diferentes tecnologias de segunda camada, como plasma, sidechains, e roll-ups.

A seção final do livro discute como aproveitar todas as informações e oportunidades apresentadas no livro, incluindo dicas para iniciantes em criptomoedas e negociação, bem como erros comuns a serem evitados, oferecendo dicas para iniciantes e traders experientes.

Bitso

Quem também está com novidades é a Bitso com a listagem da EUROC, stablecoin em Euro emitida pela Circle.

“Já vínhamos trabalhando em colaboração crescente com investidores e empresas brasileiras para ajudá-los a cobrir a exposição cambial de seus patrimônios com o dólar digital e, depois que listamos o euro digital, vimos também aumentar esse interesse diante das oportunidades cada vez maiores de transações entre o Brasil e países europeus”, comenta Thales Freitas, CEO da Bitso Brasil.

Além do EUROC, a Bitso também está listando seis novos pares com o real para as seguintes criptos: LINK, LTC, DOT, UNISWAP, MANA, BCH.

DAX

A DaX Digital Assets anunciou o lançamento da DaX Lab, um braço tecnológico que chega para fortalecer o ecossistema composto pelas unidades de negócios DaX Green e DaX Xperience.

A DaX Lab, liderada pela Blockchain Manager, Gabrieli Rizzo, tem a proposta de oferecer soluções WEB3.0, como desenvolvimento de comunidades, arquitetura Blockchain, DeFi (Finanças descentralizadas), gameficações e ReFi (Finanças regenerativas).

O propósito é reforçar a importância da construção de uma comunidade forte e envolvida com o novo produto para trazer mais credibilidade para os clientes em registros e documentos a partir de NFTs, democratizar as formas de pagamento provenientes das criptomoedas e digitalizar ainda mais as empresas para estarem conectadas com o futuro.

“Com a DaX Lab, ajudaremos nossos clientes a projetar, criar estratégias e desenvolver soluções na WEB3.0 a partir de uma equipe unida e aplicando uma metodologia exclusiva e adequada à cada projeto em específico, que garante a qualidade e flexibilidade em sua jornada, além de desenvolver mais segurança, conexão e liberdade para suas comunidades.”, comenta Claudio Olimpio, CEO da DaX Lab.

Tether

Após o anúncio da parceria com a Tecban, que possibilitou o saque da stablecoin Tether em Reais nos mais de 24 mil caixas eletrônicos do Banco24Horas, a SmartPay lança agora a ferramenta Swapix na modalidade PiX Saque.

A opção está disponível pelo site USDT.com.vc ou no FastPay, app de pagamentos da Bitfinex, e vai funcionar em casas lotéricas ou qualquer estabelecimento que aceite a função PiX Saque. Nesta modalidade, a ferramenta permite saques de até R$ 3 mil durante o dia e R$ 1 mil, porém o serviço por enquanto só está disponível até às 18h. Para saber onde tem estabelecimentos com PiX Saque.

De acordo com Rocelo Lopes, CEO da SmartPay, o intuito é democratizar cada vez mais o uso das criptomoedas, facilitando a vida de quem está comprando pela primeira vez, do estrangeiro e dos estabelecimentos. 

NFTs de Marcello Serpa

O SURF JUNKIE CLUB (SJC), projeto que utiliza artes digitais assinadas pelo designer e publicitário Marcello Serpa como passaporte de acesso ao clube de benefícios e experiências exclusivas para a comunidade do surf, anunciou o lançamento dos lotes iniciais da coleção.

Com apenas 4 mil vagas disponíveis, as vendas começam no dia 21 de março. Os membros adquirem um NFT liberam acesso a um marketplace experiências e produtos em edição limitada no formato de ‘DROPS’ que dão acesso a atletas, celebridades e viagens lendárias para as melhores ondas do mundo.

“Somos o primeiro e único clube de surf ativo na WEB3 que utiliza essa tecnologia alinhada com o modelo de negócios dos drops”, afirma Matheus Bombig, um dos fundadores responsável pela área comercial.

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Aviso: Esta não é uma recomendação de investimento e as opiniões e informações contidas neste texto não necessariamente refletem as posições do Cointelegraph Brasil. Cada investimento deve ser acompanhado de uma pesquisa e o investidor deve se informar antes de tomar uma decisão.

 

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