O H100 Group, empresa norueguesa do setor de saúde, anunciou a compra de 5 milhões de coroas norueguesas (cerca de R$ 2,7 milhões) em Bitcoin, tornando-se a primeira companhia listada na Suécia a adotar essa estratégia. Suas ações, negociadas na NGM Nordic SME, chegaram a dobrar de valor após o anúncio, antes de sofrerem correção de 40% e voltarem a subir.
Embora a aquisição represente apenas 4,39 bitcoins, o movimento marca um pioneirismo na região. Segundo Sander Andersen, CEO da H100, a decisão visa diversificar a tesouraria e fortalecer a conexão com a comunidade de criptomoedas. Para ele, os valores de soberania individual associados ao Bitcoin podem atrair novos clientes.
A compra reforça a tendência global de empresas adicionarem Bitcoin aos seus balanços. No Brasil, a Méliuz foi a primeira a seguir esse caminho.
Também nesta semana, a Coinsilium, de Gibraltar e listada na AQSE Growth Market de Londres, anunciou a criação da subsidiária Forza!, responsável pela gestão de uma reserva inicial de 15 bitcoins (cerca de R$ 9,5 milhões). A iniciativa busca oferecer exposição ao Bitcoin a investidores britânicos.
Com essas movimentações, H100 Group e Coinsilium entram para a lista de empresas públicas que mantêm Bitcoin em caixa, apontando para a crescente institucionalização do ativo no mercado global.
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