Bitcoin
O Bitcoin iniciou a semana em forte alta e renovou sua máxima histórica ao superar os US$ 123 mil nesta segunda-feira (14). A valorização de 3% em 24 horas reflete o avanço da demanda institucional e a busca por proteção em meio ao cenário global de incertezas, por isso gestoras e fundos seguem ampliando exposição à criptomoeda, atraídos por políticas monetárias mais brandas nos Estados Unidos e pela estabilidade relativa do Bitcoin frente a tensões geopolíticas e sinais de desaceleração
econômica global.Segundo analistas, o movimento atual é puxado por compras de longo prazo, com destaque para ETFs e empresas listadas que vêm acumulando BTC nas últimas semanas. A alta liquidez no mercado também colabora para o avanço, e a combinação entre juros estáveis nos EUA, inflação controlada e aversão ao risco em mercados emergentes tem impulsionado a procura por ativos alternativos. O Bitcoin, visto como reserva digital de valor, se beneficia diretamente desse contexto.
Indicadores técnicos mostram força compradora. Com o rompimento da resistência anterior, o ativo pode mirar patamares entre US$ 126 mil e US$ 130 mil nas próximas sessões, segundo especialistas, com o atual movimento é sustentado por fundamentos sólidos: maior institucionalização, crescimento de produtos financeiros baseados em cripto e ambiente regulatório mais definido nos principais mercados. A expectativa é de que o ativo siga valorizando, com correções pontuais no caminho.
Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





