Enquanto muitos investidores entraram em pânico com a leve correção do Bitcoin nesta virada de agosto, a Cardone Capital seguiu na contramão da maioria e adicionou 100 BTC ao portfólio, segundo o próprio Grant Cardone.
“Compramos mais na baixa” — foi o recado direto do bilionário em sua conta oficial. A movimentação aconteceu logo após o fechamento de julho com o BTC cotado a US$ 118 mil, demonstrando que a empresa está caçando oportunidades nas oscilações naturais do mercado.
💡 Dinheiro em caixa, sem empréstimo
Respondendo a seguidores preocupados com a origem do capital, Grant confirmou: não houve empréstimo, o caixa já estava preparado aguardando uma retração estratégica. Com mais de US$ 2 bilhões sob gestão, a Cardone Capital mantém um plano claro: acumular 5.000 bitcoins até o final de 2025.🔥 A mentalidade por trás da compra
A filosofia é simples e poderosa: cada queda é um desconto para o longo prazo. E Grant não está sozinho nessa. Michael Saylor, um dos nomes mais influentes do setor, já elogiou a estratégia da Cardone Capital, reforçando a tese de acúmulo institucional em momentos de baixa.👥 O movimento que separa os jogadores dos torcedores
Enquanto os “mãos de alface” vendem no desespero, grandes gestores como Grant aproveitam para comprar — e esse é um padrão repetido ao longo de todo o ciclo de valorização do BTC.📣 E se seu projeto Web3 também se posicionasse com estratégia?
Se grandes empresas como a Cardone Capital estão montando posição com método, por que seu projeto Web3 ainda tenta crescer no feeling?Na CriptoBR, transformamos comunidades em ativos reais, com estratégia de tração e pertencimento.
🚪 Temos 3 vagas essa semana para sessões estratégicas com nosso especialista em crescimento de comunidade.
👉 Agende aqui e descubra como dobrar seu engajamento em 30 diasPorque no jogo cripto, quem não compra na baixa, paga caro para aprender.
Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





