O JPMorgan acaba de protocolar junto à SEC o lançamento de Recibos de Depósito Americanos (ADRs) da Méliuz (B3: CASH3), permitindo que investidores nos EUA possam negociar ações da empresa brasileira diretamente nas bolsas americanas.
A iniciativa reforça o movimento da Méliuz rumo à internacionalização — dias após anunciar Mason Foard como diretor de estratégia de Bitcoin, com foco justamente na atração de capital estrangeiro.
📊 Méliuz dispara com Bitcoin na tesouraria
Com a mais recente aquisição de 275,43 BTC, a Méliuz já soma 596 Bitcoins em caixa, consolidando-se como a maior detentora corporativa da América Latina e ocupando a 46ª posição no ranking global, à frente de nomes como Mercado Livre.
O movimento está alinhado à estratégia de proteção de valor, diversificação de tesouraria e aposta no crescimento do Bitcoin como reserva digital.
📈 As ações da empresa subiram 5,5% após o protocolo do ADR, e a expectativa é que a listagem traga nova liquidez e visibilidade internacional.
🧠 ADR: o que significa na prática
Enquanto os BDRs permitem que brasileiros invistam em empresas estrangeiras na B3, os ADRs são o caminho inverso: levam empresas brasileiras para investidores americanos. Com isso, a Méliuz passa a disputar atenção com gigantes do setor tech e fintech em Wall Street.
🧩 Mas e a comunidade?
O diferencial da Méliuz não está apenas nos Bitcoins acumulados ou na exposição internacional. O que muitas empresas esquecem é que não existe valorização sustentável sem base ativa.
👉 E é aqui que entra a estratégia da CriptoBR. Se sua empresa ou token está mirando expansão — seja por listagem, captação ou hype — você precisa de uma comunidade que sustente isso com engajamento real, não só especulação.
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Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





