Conferência em São Paulo reúne pensadores, artistas e empreendedores para debater adoção, cultura e energia por trás da criptomoeda líder.
Na manhã de 7 de novembro, a Satsconf 2025, considerada a maior conferência 100% dedicada ao Bitcoin na América Latina, iniciou sua programação em São Paulo com uma proposta clara: posicionar o Bitcoin como mais do que um ativo financeiro – como um novo padrão monetário, cultural e tecnológico.
Entre os painéis de destaque, “Bitcoin pode se tornar um Padrão Mundial? Um Olhar Crítico Sobre o Futuro da Adoção do Bitcoin” trouxe os economistas e educadores Fernando Ulrich e Rapha Zagury debatendo os fatores que podem impulsionar a massificação da criptomoeda. Ulrich descreveu o Bitcoin como um “ouro mais acessível”, enquanto Zagury estabeleceu a analogia com a Netflix superando o VHS do ouro. O painel destacou que a adoção dependerá, acima de tudo, de educação financeira eficaz e aplicação cotidiana da tecnologia. Também se mencionou que alguns governos já acumulam Bitcoin como reserva estratégica.
Outro momento relevante foi o painel “Pintando a Pílula Laranja: Arte e Bitcoin como Revoluções Culturais”, no qual o artista e pesquisador Marcio Scocco argumentou que a arte atua como canal de tradução dos valores do Bitcoin — liberdade, soberania, descentralização — para novas audiências. Já num painel dedicado à geopolítica, Bernardo Braga apresentou a teoria “Gold-First”: segundo ele, o acúmulo de ouro por potências pode abrir caminho para a transição ao padrão Bitcoin.
A tecnologia, a política e a energia também estiveram na pauta. No painel “Paper Bitcoin: As Tensões entre os Ideais do Bitcoin e a Adoção Institucional”, os especialistas Stephan Livera, Mason Foard e Sam Callahan discutiram o desafio de manter o equilíbrio entre a praticidade de adoção institucional e os princípios originais do Bitcoin, como escassez e autonomia. No painel “Bitcoin e Política: Devemos Entrar na Arena?”, foram abordados os riscos regulatórios e a necessidade de engajamento político da comunidade para garantir privacidade e liberdade financeira. Por fim, a sessão “Energia Ociosa e o Futuro da Mineração de Bitcoin” ensinou como operações de mineração podem transformar desperdício energético em oportunidades econômicas e inclusão social — apresentada por Caio Leta e Bruno Vaccotti, que atuam com mineração sustentável e capacitação técnica.
A Satsconf evidenciou que o Bitcoin está avançando para além da esfera puramente financeira: assume uma dimensão cultural, política e energética. A adoção, segundo os especialistas, será sustentada por educação, regulação equilibrada e aplicação prática, apoiadas por uma comunidade global que valoriza liberdade, inovação e propósito.
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