O PicPay anunciou, nesta quarta-feira (16), a retomada de suas operações com criptomoedas, após uma suspensão de um ano e meio. A decisão reflete o avanço do ambiente regulatório no país e a crescente demanda dos usuários por ativos digitais.
Segundo a empresa, o serviço volta a integrar o aplicativo com foco em uma experiência simplificada, oferecendo inicialmente 12 tokens, incluindo Bitcoin (BTC), Ether (ETH), Solana (SOL) e Dogecoin (DOGE). A liberação será gradual e incluirá recursos como alertas de preços e isenção de taxas para transações acima de R$ 100 no início da operação.
Para o cofundador Anderson Chamon, o retorno marca um reposicionamento estratégico. “A pausa ocorreu diante de um cenário incerto. Agora, com regras mais claras e um mercado mais maduro, retomamos com segurança e em sintonia com os interesses do cliente”, disse.
Em 2022, o produto alcançou mais de um milhão de usuários em menos de sete meses, o que, segundo a empresa, demonstra o alinhamento do portfólio cripto com o perfil digital da base de clientes. O PicPay afirma que continuará expandindo a oferta de tokens e desenvolvendo novas funcionalidades no aplicativo.