O Drex, moeda digital do Brasil, continua em bom desenvolvimento. Dessa vez, o Banco do Nordeste (BNB) participará de um dos consórcios criados pelo Banco Central do Brasil (Bacen) com o intuito de realizar testes utilizando as ferramentas do sistema para avaliar a segurança das operações da moeda.
“Com a chegada desse novo e relevante participante, incorporamos mais diversidade aos debates e enriquecemos o trabalho que estamos desenvolvendo juntos”, declarou Luiz Fernando Lopes, gerente de plataformas digitais na TecBan.
Agora, com o BNB fazendo parte do grupo, a moeda digital do Brasil contará com uma equipe qualificada para entender os desafios que ela poderá enfrentar e que utilizará a tokenização para resolvê-los.
Os benefícios do Drex
Com a expectativa de lançamento oficial para dezembro de 2024, o Drex é uma moeda digital em desenvolvimento pelo Banco Central do Brasil. Anunciado em 2021, ele nasceu da necessidade de acompanhar a evolução tecnológica e as demandas de empresas e indivíduos por transações digitais mais rápidas, seguras e acessíveis a todos.
A representação digital do Real brasileiro deve servir para a compra de bens e demais transações financeiras, assim como o dinheiro físico. Já o seu acesso poderá ser feito através de carteiras digitais, permitindo a realização de transações em lojas físicas e virtuais, utilizando um dispositivo digital, tudo isso com o registro e acompanhamento do Banco Central.
Ao falar sobre os benefícios do Drex, Carlos Eduardo Gaspar, gerente do Hubine, Hub de Inovação do BNB, disse que a moeda digital oferecerá mudanças importantes para a forma como utilizamos o dinheiro. Dentre elas, ele citou agilidade de operações, aumento na segurança dos processos e diminuição de custos.
Gaspar destacou que não existe um dinheiro físico nesse sistema. O graduado em comunicação e marketing complementou dizendo que o que há na moeda digital é um registro público em blockchain, que oferece segurança para transações e rastreamento de aplicativos.
“Com maior segurança nas operações, as instituições poderão reduzir custos operacionais e os riscos de inadimplência e, consequentemente, oferecer condições mais vantajosas aos clientes”.
Oliver Andrade é jornalista, empreendedor e uma das vozes mais ativas do ecossistema cripto brasileiro. Aos 32 anos, casado e pai, concilia a vida pessoal com uma trajetória intensa no mercado de ativos digitais que começou em 2020 — quando...





