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Maior corretora da Coreia do Sul sofre hack de R$ 162,7 milhões e suspende saques enquanto investiga ataque

Mauro Andrade by Mauro Andrade
novembro 28, 2025
in Notícias
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Maior corretora da Coreia do Sul sofre hack de R$ 162,7 milhões e suspende saques enquanto investiga ataque
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A Upbit, maior corretora de criptomoedas da Coreia do Sul e uma das maiores do mundo, confirmou nesta quinta-feira que foi alvo de um ataque hacker que resultou no roubo de 44,5 bilhões de won, o equivalente a R$ 162,7 milhões. O incidente teve como alvo carteiras quentes na rede Solana e levou a empresa a suspender imediatamente todos os saques enquanto conduz uma investigação completa.

Segundo dados do CoinMarketCap, a Upbit ocupa a terceira posição global entre as exchanges de maior volume, atrás apenas de Binance e Coinbase, o que torna o caso um dos mais relevantes do ano. A corretora informou que o ataque ocorreu às 4h42, no horário local, e envolveu o desvio de dezenas de tokens da rede Solana, incluindo SOL, USDC, RENDER, BONK, PYTH, ORCA, JUP, TRUMP, entre outros.

A Upbit afirmou que suas carteiras frias — onde mantém a maior parte dos ativos — permaneceram intactas, e que o prejuízo ficou restrito às carteiras operacionais de Solana. Oh Kyung-seok, CEO da Dunamu, empresa controladora da Upbit, pediu desculpas ao público e garantiu que todas as perdas serão cobertas com recursos próprios da corretora, reforçando que nenhum cliente será impactado financeiramente.

O executivo destacou ainda que a empresa já está trabalhando com outras exchanges e entidades do setor para congelar os fundos desviados, além de cooperar com autoridades coreanas para identificar os responsáveis.

O ataque acontece em um momento crítico para o grupo. Um dia antes, a Naver Financial anunciou a compra da Dunamu em uma operação avaliada em 15,1 trilhões de won, aproximadamente R$ 55,2 bilhões, por meio de troca de ações. A conclusão do negócio está prevista para junho de 2026, e o incidente agora deve adicionar novos elementos à auditoria e às negociações de due diligence.

Embora a Upbit não mantenha prova pública de reservas, a corretora passou por auditoria da BDO em julho, que identificou um excedente de 3,34% em relação aos ativos dos clientes. O documento sugere que a empresa tem capacidade operacional para absorver perdas como a registrada nessa semana.

Para nosso especialista em crescimento de comunidade, o incidente reflete dois pontos sensíveis do setor global de criptoativos: a necessidade de adoção mais rígida de práticas de segurança e a importância de construir confiança contínua entre usuários e plataformas. Ele destaca que hacks em exchanges de grande porte geram ondas de incerteza, mas também aceleram investimentos em soluções de custódia, monitoramento e provas de reservas. Além disso, ataques ocorridos durante processos de aquisição evidenciam como a segurança digital se tornou uma peça central em negociações corporativas bilionárias.

O caso da Upbit reforça a vulnerabilidade das carteiras quentes, mesmo em plataformas de escala internacional, e reacende debates sobre práticas de segurança, transparência e governança. As investigações continuam, enquanto a corretora trabalha para restaurar a normalidade e recuperar parte dos ativos desviados.

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