Criptomoeda de créditos de carbono sobe 142% enquanto o Bitcoin espreita o CPI dos EUA

O mercado de criptomoedas movimentava US$ 1 trilhão (-0,41%) na manhã desta terça-feira (14), dia em que o Departamento do Trabalho dos EUA divulga os dados referentes ao índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) até janeiro na maior economia do mundo e que antecede outros dados econômicos que serão apresentados nos dois próximos dias. O recuo também era percebido pelo DXY, que mede a força do dólar americano, índice que operava em 103 pontos (-0,35%), já o S&P 500 (SPX), um dos principais índices do mercado de ações, encontrava-se em 4.137,29 pontos (+1,14%). 

A depender dos resultados do CPI, o mercado de criptomoedas poderá entrar em alta volatilidade, não sendo descartado o começo de um novo rali, tampouco um derretimento de preços. Isso porque, entre as possíveis reações do mercado à semana decisiva para o mercado financeiro, uma inflação baixa pode ser sinônimo de alívio na taxa de juros do Federal Reserve (Fed) em março enquanto uma nova alta de preços pode representar mais aperto monetário e fuga dos investimentos considerados de risco, aos quais as criptomoedas são associadas.

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Apresentando sinais de reação, pelo menos nas primeiras horas antes do anúncio do CPI, o Bitcoin (BTC) era trocado de mãos por volta de US$ 21,8 mil (+0,78%), avanço que era acompanhado de maneira também discreta pela maioria das principais altcoins em capitalização de mercado. 

O ETH estava avaliado em US$ 1.513 (+1,69%), o XRP representava US$ 0,36 (+1%), o ADA estava precificado em US$ 0,39 (+3%), o DOGE era negociado por US$ 0,081 (+1,27%), o MATIC operava em US$ 1,18 (+1%), o DOT se convertia em US$ 6,13 (+1,55%), o TRX estava localizado em US$ 0,066 (+4,38%), o MKR respondia por US$ 738,98 (+9,82%), o AAVE era negociado por US$ 80,73 (+7,82%), o HBAR estava cotado em US$ 0,086 (+5,88%), o KLAY valia US$ 0,19 (+3,34%) e o LDO se transformava em US$ 2,37 (+3,66%).

Em relação às altas de dois dígitos, o CRV estava cotado em US$ 1,04 (+14%), o GMX se equiparava a US$ 71,49 (+15,25%), o FTM respondia por US$ 0,46 (+10,89%), o APTO era trocado de mãos por US$ 14,03 (+10,21%), o HFT se estabelecia em US$ 0,64 (+26,50%), o AUDIO valia US$ 0,29 (+17%), o LOOKS era transacionado por US$ 0,30 (+11%), o FET se convertia em US$ 0,42 (+11%), o BGB estava estimado em US$ 0,40 (+24,30%), o FLOKI era adquirido por US$ 0,000022 (+10%), o RARE estava precificado em US$ 0,16 (+12%), o DEGO era comprado por US$ 2,94 (+21%), o XFT respondia por US$ 3,56 (+22%), o DPR estava pontuado em US$ 0,010 (+33%) e o TREEB se equiparava a US$ 0,026 (+29%).

Entre os destaques estava o pouco conhecido DOV, utility token da plataforma de emissão de créditos de carbono Dovu, que era negociado a US$ 0,01 (+142%).

Gráfico diário do par DOV/USD. Fonte: CoinMarketCap

Apesar da explosão do preço, que começou na tarde de segunda-feira, o episódio mais recente que foi possível identificar em relação ao desenvolvimento do projeto foi o anúncio de uma parceria entre a Dovu e a Tymlez, que é uma startup voltada ao assessoramento de empresas para o alcance da sustentabilidade sendo que, tanto a Dovu quanto a Tymlez, operam dentro do ecossistema da rede pública descentralizada de nível empresarial sustentável Hedera (HBAR).

Em meio à cautela da maioria dos investidores com o CPI, algumas baleias começaram a semana comprando o mergulho do BTC, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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