A edição 2025 da Conferência Recupera MT, realizada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), reuniu autoridades de todo o país para discutir um tema que ganha cada vez mais relevância no cenário jurídico e de segurança pública: a rastreabilidade e apreensão de criptomoedas, como o Bitcoin, no combate ao crime organizado.
O evento é promovido pela Rede Nacional de Recuperação de Ativos – Recupera, vinculada ao Ministério da Justiça, e foca na descapitalização de organizações criminosas por meio da cooperação interinstitucional entre Judiciário, Ministério Público, polícias e órgãos especializados.
Durante dois dias de conferência, o uso de novas tecnologias, blockchain analytics e protocolos modernos para rastrear e bloquear criptoativos estiveram no centro dos debates, sinalizando uma mudança de postura concreta do sistema de justiça frente ao uso ilícito de ativos digitais.
“A Conferência Recupera MT representa um marco de articulação institucional. A criminalidade complexa exige trabalho coordenado”, afirmou o presidente do TJMT, José Zuquim Nogueira.
Criptoativos deixam de ser “terra sem lei”
Com presença do governador Mauro Mendes e especialistas de várias regiões do país, a conferência reforçou a prioridade da descapitalização como forma eficaz de enfrentamento à criminalidade, especialmente diante do uso crescente de criptomoedas por quadrilhas sofisticadas.
Segundo Anne Karine Louzich, subprocuradora do Ministério Público, a recuperação de criptoativos representa mais do que um desafio técnico: é um compromisso ético com a sociedade, que exige respostas à altura da complexidade do crime moderno.
“Estamos falando de devolver confiança à população e reafirmar a mensagem de que o crime não compensa.”
Oportunidade para projetos Web3 legítimos
Em meio ao endurecimento da fiscalização e protocolos mais rígidos sobre criptoativos, projetos sérios e com boa governança têm a chance de se diferenciar. A era da “terra de ninguém” no mercado cripto está ficando para trás, e a confiança da comunidade será cada vez mais construída com base em transparência, propósito e estrutura.
Mas atenção: ter tecnologia não é suficiente se sua comunidade não entende, não engaja e não defende seu projeto. Esse é o novo campo de batalha — e muitos estão crescendo no escuro.
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