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Brasil compra a queda do Bitcoin e injeta R$ 64 milhões em fundos de criptomoedas

Mauro Andrade by Mauro Andrade
novembro 10, 2025
in Notícias
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Brasil compra a queda do Bitcoin e injeta R$ 64 milhões em fundos de criptomoedas
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Mesmo diante de um cenário macroeconômico instável e do pessimismo que dominou Wall Street nas últimas semanas, o Brasil voltou a demonstrar apetite por criptoativos. Segundo dados da CoinShares, investidores brasileiros aportaram US$ 12 milhões (cerca de R$ 64 milhões) em fundos de criptomoedas na semana encerrada em 7 de novembro, contrariando a tendência de saídas líquidas que marcou o período globalmente.

Enquanto o mundo registrou US$ 1,17 bilhão em retiradas líquidas de produtos negociados em bolsa (ETPs) ligados a criptoativos, o movimento brasileiro reforçou uma leitura otimista: o mercado local continua enxergando as quedas recentes como oportunidade de posicionamento estratégico.

Investidores contrariam o pessimismo global

De acordo com a CoinShares, as saídas de capitais foram impulsionadas por incertezas geradas após o anúncio do presidente norte-americano Donald Trump sobre uma nova tarifa de 100% sobre produtos chineses. A medida reavivou temores de uma guerra comercial e provocou volatilidade nos mercados. Ainda assim, o volume global de negociações em ETPs cripto permaneceu elevado, alcançando US$ 43 bilhões na semana.

O breve alívio veio com o “fim do shutdown” do governo norte-americano, mas as negociações orçamentárias travadas entre democratas e republicanos dissiparam rapidamente o otimismo. Nesse ambiente, Brasil, Suíça e Alemanha foram exceções positivas, registrando entradas líquidas de US$ 12 milhões, US$ 49,7 milhões e US$ 41,3 milhões, respectivamente.

Por outro lado, EUA, Hong Kong, Suécia, Canadá e Austrália lideraram as retiradas, com os Estados Unidos respondendo por mais de US$ 1,22 bilhão em saídas.

Solana atrai fluxo positivo

Entre os ativos, Solana (SOL) se destacou como a principal beneficiada, com US$ 118 milhões em entradas líquidas, seguida por XRP, cestas multiativos e Litecoin, que também apresentaram desempenho positivo. Em contraste, Bitcoin, Ethereum e Sui lideraram as saídas com US$ 932 milhões, US$ 438 milhões e US$ 3,8 milhões, respectivamente.

Apesar do fluxo negativo global, o Brasil manteve sua sexta posição mundial em ativos sob gestão (AuM), com US$ 1,47 bilhão. No topo da lista seguem Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Canadá e Suécia, com AuMs de até US$ 145 bilhões, enquanto o total global de ativos encerrou a semana em US$ 207,4 bilhões.

Tendência de longo prazo permanece positiva

A CoinShares destacou que o comportamento dos investidores brasileiros reflete uma visão de longo prazo e maturidade crescente do mercado local, que tem aproveitado momentos de correção para aumentar exposição a fundos cripto, apostando na recuperação do Bitcoin e na valorização de altcoins de segunda camada.


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