O Bitcoin alcançou novo recorde de US$ 111,8 mil, sustentado por fluxo institucional robusto e otimismo no mercado financeiro, mesmo diante de um cenário global instável. O avanço do S&P 500 em 1% refletiu a confiança dos investidores, impulsionando também o setor cripto.
Entre os principais fatores macroeconômicos, destacam-se o corte de juros na Austrália, a inflação acima do esperado no Reino Unido e declarações neutras de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve. No campo geopolítico, a tensão entre Rússia e Ucrânia persiste, enquanto Estados Unidos e União Europeia suspenderam temporariamente tarifas comerciais. Um jantar promovido por Donald Trump, que arrecadou doações em memecoins, acendeu alertas sobre o uso político de criptoativos.
O movimento de valorização do Bitcoin foi impulsionado pela crescente alocação em ETFs à vista, que atingiram US$ 44,4 bilhões. No mercado futuro, o Long/Short Ratio de 0,58 indica predominância de posições vendidas, apontando potencial para liquidações e nova pressão de alta.
Com a dominância do Bitcoin em 63,8%, o mercado observa sinais de entrada para altcoins, especialmente se a criptomoeda líder permanecer estável entre US$ 106 mil e US$ 110 mil. O índice Altseason está em 18 pontos, sugerindo início de um possível ciclo de liquidez, ainda que de forma seletiva, com foco em projetos que apresentem fundamentos sólidos.
Co-Owner e consultor de Tokenização na Tokenizem





