Bruno Perini, influenciador financeiro e criador de conteúdo no YouTube, revelou neste fim de semana que sua carteira de ações valorizou fortemente após o avanço da Méliuz (B3: CASH3), que recentemente adotou o bitcoin como ativo estratégico de tesouraria.
A empresa anunciou em 15 de maio sua transição para o modelo de bitcoin treasury, o primeiro no Brasil, seguindo o exemplo da norte-americana MicroStrategy. Desde janeiro, as ações da companhia acumulam alta de 296%, encerrando o pregão da última sexta-feira (16) cotadas a R$ 10,70, o maior valor nominal da história da empresa.
Perini não detalhou o tamanho da posição que mantém em CASH3, mas afirmou em seu perfil no Instagram que já completou a alocação desejada. Ao divulgar novamente sua carteira de ações, antes aberta ao público e hoje restrita aos seus alunos, o influenciador mostrou o impacto da valorização da Méliuz: sua carteira subiu 180% em 12 meses e acumula uma valorização total de 244% desde a criação.
Ele explicou que, até fevereiro deste ano, seus investimentos tinham desempenho inferior ao índice norte-americano S&P 500. Após a entrada da Méliuz, porém, a performance superou todos os comparativos nacionais e passou a rivalizar com o benchmark global. “Depois que botei Méliuz na carteira, ela subiu muito rápido. Agora disparou”, afirmou.
A estratégia da Méliuz de migrar parte de sua reserva para bitcoin tem repercutido entre investidores como uma aposta ousada, mas até o momento, rentável. A valorização da empresa, aliada à crescente institucionalização do bitcoin no Brasil, pode representar um marco na adoção corporativa do ativo digital no país.
Co-Owner e consultor de Tokenização na Tokenizem





