A Strategy, liderada por Michael Saylor, anunciou nesta segunda-feira (12) a compra de 13.390 bitcoins por R$ 7,6 bilhões.
Com isso, a companhia acumula 568.840 unidades da criptomoeda, o que representa cerca de 2,71% da oferta total em circulação, estimada em R$ 337 bilhões.
Desde 2020, a empresa adotou o Bitcoin como ativo principal em sua estratégia de capital.
A mudança resultou em valorização de 3.300% nas ações e consolidou a companhia como referência entre investidores institucionais.
Com o avanço dessa abordagem, novas empresas surgem com foco exclusivo em Bitcoin. É o caso da Twenty One Capital, formada por Tether, Cantor e SoftBank, e da recém-criada Nakamoto Holdings, fundada por KindlyMD e David Bailey, da Bitcoin Magazine. Ambas anunciaram aquisições bilionárias em BTC nos últimos meses.
Empresas como Metaplanet (Japão), Semler Scientific (EUA) e Méliuz (Brasil) também passaram a alocar parte de seus recursos na criptomoeda.
No Brasil, documentos apontam que o Itaú participa da estruturação da Oranje, primeira empresa da América Latina com esse perfil.
Apesar da concorrência crescente, a Strategy segue como a maior detentora institucional de Bitcoin.
A movimentação reafirma a tendência de institucionalização do ativo, que ganha espaço como reserva de valor em estratégias corporativas de longo prazo.
Co-Owner e consultor de Tokenização na Tokenizem





