O empresário e escritor Robert Kiyosaki, autor do best-seller Pai Rico, Pai Pobre, voltou às redes sociais nesta semana para reiterar sua confiança no Bitcoin como o melhor ativo para reserva de valor — superando até ouro, prata e petróleo. Em uma publicação feita na noite de terça-feira (6) no X (antigo Twitter), o investidor destacou uma única característica para justificar sua opinião: a oferta limitada da criptomoeda.
“Por que o Bitcoin é um ativo melhor que ouro ou prata: uma razão pela qual confio no bitcoin é que só existem 21 milhões. Sou dono de minas de ouro e de prata e poços de petróleo”, escreveu Kiyosaki. “Se o preço do ouro, da prata ou do petróleo subir, simplesmente vou minerar ou perfurar para obter mais, expandindo a oferta. Não posso fazer isso com Bitcoin.”
A explicação direta reforça o argumento de que a escassez programada do Bitcoin — que terá no máximo 21 milhões de unidades em circulação, conforme o protocolo original criado por Satoshi Nakamoto — é uma vantagem decisiva frente a ativos tradicionais. Para o autor, esse limite rígido garante ao BTC um potencial maior de valorização e preservação de riqueza.
Kiyosaki, que já demonstrou repetidas vezes ser um defensor da criptomoeda, vem tratando o Bitcoin como uma proteção contra a inflação e instabilidades do sistema financeiro global. Em janeiro, ele previu uma “pior quebra do mercado de ações da história” para fevereiro — e, embora a previsão não tenha se confirmado em sua totalidade, os temores aumentaram após novas tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente Donald Trump, o que levou a uma queda acentuada nas bolsas em março.
Mesmo diante da turbulência, o empresário reforça sua visão otimista. Em publicação recente, ele afirmou que “se uma pessoa pobre comprar algumas onças de ouro ou prata, ou metade de um Bitcoin, prevejo que ela pode se tornar um novo rico assim que essa depressão acabar”.
Kiyosaki também manteve uma previsão ousada: segundo ele, o Bitcoin pode chegar a valer até US$ 1 milhão até 2035.





