O aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em 2025 impulsionou cerca de 1 milhão de brasileiros a recorrerem a criptomoedas, principalmente stablecoins como USDT e USDC, para reduzir custos em transferências internacionais e investimentos no exterior.
Segundo dados do Bitybank, o volume de negociações com esses ativos cresceu 160% no primeiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024. A SmartPay, especializada em pagamentos via stablecoins, também registrou recorde: 666 mil transações realizadas em um único dia por meio do Pix.
O movimento ganhou repercussão após vídeo do analista Vinicius Bitelo, do BlockTrends, que explicou como investidores estão utilizando stablecoins para driblar o imposto. Segundo ele, operações com USDT e USDC realizadas em corretoras como a OKX não estão sujeitas ao IOF, ficando limitadas a custos com spread cambial e taxas de corretagem entre 0,2% e 0,5%.
Bitelo ressaltou que além de stablecoins, investidores também recorrem a ativos como Bitcoin e ouro tokenizado, disponíveis nas mesmas plataformas, como forma de proteção patrimonial e obtenção de rendimentos passivos.
Co-Owner e consultor de Tokenização na Tokenizem





