A Receita Federal abriu um novo leilão eletrônico com itens ligados a criptomoedas, incluindo uma carteira de hardware e diferentes modelos de mineradoras. As propostas podem ser enviadas a partir de 29 de janeiro de 2026 e o prazo termina em 2 de fevereiro, com sessão de lances prevista para 3 de fevereiro.
Segundo a listagem do leilão, os equipamentos foram organizados em cinco lotes, com lances mínimos variando de cerca de R$ 800 a R$ 11.500, e incluem desde mineradoras de baixo consumo até ASICs mais robustas, além de carteira física para autocustódia.
Para participar, o caminho padrão é via e-CAC, na opção de leilão eletrônico. A Receita exige conta gov.br com nível Prata ou Ouro para habilitar o acesso, e há regras de elegibilidade por tipo de participante, com alguns lotes restritos a pessoa jurídica.
Na prática, esse tipo de leilão costuma atrair dois perfis. O primeiro é o comprador que busca hardware para uso próprio e quer pagar menos do que no varejo. O segundo é o comprador que pretende revender. Em ambos os casos, é importante tratar como compra “no estado”: normalmente não há garantia, pode existir custo de retirada e logística, e vale considerar que mineradoras dependem de preço de energia, ruído, calor e manutenção para fazer sentido.
Estratégia com nosso especialista em crescimento de comunidade
A pauta vira conteúdo útil se você transformar o leilão em “guia de sobrevivência” para iniciantes: checklist de riscos (garantia, consumo, ruído, rede elétrica), explicação simples do que é uma carteira de hardware, e uma calculadora básica de viabilidade de mineração por custo de energia. O gancho de comunidade é abrir um espaço para dúvidas com moderação e curadoria, em vez de hype, e coletar perguntas frequentes para novos posts.O leilão mistura oportunidade e armadilhas típicas de compra pública. Quem entrar com expectativa realista, fazer conta de energia e entender as regras do edital tende a tomar decisões melhores do que quem compra apenas pelo “desconto” anunciado.
Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





