O Ministério Público do Rio de Janeiro anunciou a criação do CyberGAECO, divisão especializada que terá como objetivo investigar crimes cibernéticos e rastrear transações com criptomoedas.
A medida foi oficializada pela Resolução GPGJ nº 2.740, assinada pelo procurador-geral de justiça Antônio José Campos Moreira, e representa mais um passo das autoridades brasileiras no uso de tecnologia para combater delitos digitais.
De acordo com o MP-RJ, o novo núcleo poderá atuar em parceria com órgãos públicos e solicitar apoio de empresas privadas, incluindo corretoras de criptomoedas, sempre que houver indícios de atividades ilícitas. Embora a negociação de ativos digitais seja legal no Brasil, práticas criminosas como fraudes, ransomware e phishing estão no radar do grupo.
A criação do CyberGAECO mostra como o tema vem ganhando relevância no país e reforça a necessidade de investidores e empresas compreenderem o ambiente regulatório e suas implicações.
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Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





