São Paulo, 16 de setembro de 2025 — A Transfero anunciou dois movimentos estratégicos que ampliam a presença do BRZ, sua stablecoin pareada ao real, no cenário internacional de pagamentos digitais. A empresa agora integra a Fireblocks Network for Payments e avança na Circle Payments Network (CPN), assumindo o status de Instituição Financeira de Origem (OFI).
🚀 Integração com Fireblocks
A Fireblocks, que conecta mais de 2.400 instituições financeiras e já processou mais de US$ 10 trilhões, abre caminho para que o BRZ seja utilizado em liquidações internacionais. A rede unifica pagamentos locais, remessas e conversões entre moedas fiduciárias e digitais, suportando stablecoins como USDC, USDT, PYUSD, além de criptos como Bitcoin, Ethereum e XRP.Com a entrada, a Transfero passa a ter acesso direto a uma infraestrutura global de exchanges, bancos, processadoras de pagamento e provedores de liquidez.
🌐 Expansão na rede da Circle
Na Circle Payments Network, que já opera com stablecoins regulamentadas como USDC e EURC, a Transfero evoluiu de Instituição Beneficiária (BFI) para Instituição de Origem (OFI). Na prática, isso permite que empresas e pessoas físicas iniciem pagamentos internacionais a partir do Brasil utilizando o BRZ, que pode ser convertido para moedas locais em qualquer país participante da rede.Segundo a empresa, a mudança elimina intermediários, reduz custos operacionais e garante liquidação quase instantânea, 24/7. Para empresas, isso significa melhor fluxo de caixa e competitividade internacional; para pessoas físicas, remessas mais baratas e ágeis.
📌 Declaração oficial
“Esta parceria reforça nosso compromisso de construir infraestrutura robusta e mostra como a Transfero está preparada para escalar globalmente com segurança e compliance no centro da nossa estratégia”, destacou Márlyson Silva, chairman da Transfero.
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Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





