Durante sua participação no Blockchain Rio, o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, foi direto: “O Pix não será privatizado. Vai continuar gratuito, sob gestão pública e com novas funcionalidades que ampliam ainda mais o acesso financeiro.”
Com mais de 858 milhões de chaves ativas e R$ 1 trilhão movimentados só em 2025, o Pix se tornou parte da rotina financeira dos brasileiros — e agora entra em uma nova fase: o Pix 2.0.
🚀 O que vem aí com o Pix 2.0?
As principais novidades incluem:
Pix por Aproximação: pagamentos rápidos com o celular, integrando autenticação biométrica.
Pix Automático: ideal para cobranças recorrentes (academias, escolas, streamings).
Pix Parcelado: o consumidor paga em parcelas e o vendedor recebe à vista.
Pix como Garantia: usuários poderão usar seus recebíveis futuros para conseguir crédito com juros menores.
Além disso, o MED 2.0 promete um sistema ágil para contestar transações diretamente nos apps bancários, aumentando a segurança contra fraudes e golpes.
🧠 Galípolo foi enfático:
“A infraestrutura pública digital do Pix é um instrumento de soberania nacional. Privatizar esse sistema seria um risco ao equilíbrio do ecossistema.”
💡 E o que isso tem a ver com Web3?
A movimentação do BC consolida o Brasil como um dos países com maior infraestrutura pública digital do mundo. E projetos Web3 que quiserem crescer nesse ambiente precisam mais do que tecnologia — precisam de comunidade, pertencimento e engajamento real.
📌 É aí que entra a CriptoBR.
“A Web3 precisa acompanhar a maturidade do sistema financeiro brasileiro. E isso só acontece com estratégia de tração real, gamificação e influência certa. Não adianta token se ninguém usa, compartilha ou defende.”
Nosso especialista em crescimento de comunidade está abrindo 2 sessões estratégicas esta semana para mostrar como integrar seu projeto ao novo comportamento financeiro do Brasil, que está cada vez mais digital e descentralizado.
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Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





