O PicPay voltou a acelerar no mercado de criptoativos e anunciou a listagem de HYPE, ADA e SUI, elevando para 15 tokens o portfólio disponível no app. A atualização marca mais um passo da fintech, que retomou suas operações de criptomoedas em julho de 2025, após pausa estratégica diante do cenário regulatório.
Cada novo ativo traz uma narrativa distinta para os clientes do banco digital. O HYPE, token do ecossistema Hyperliquid, já se tornou um dos principais motores de receita em DeFi, acumulando mais de 1.300% de valorização nos últimos 12 meses. O ADA (Cardano), por sua vez, continua a ser um dos criptoativos mais procurados por investidores de varejo, com foco em segurança e sustentabilidade para contratos inteligentes. Já o SUI combina escalabilidade de rede com crescente interesse institucional, sendo apontado como um dos projetos mais promissores em blockchain de alta performance.
📲 As transações no PicPay seguem acessíveis, com aportes a partir de apenas R$ 1. Entre os tokens disponíveis no app estão BTC, ETH, SOL, LTC, XRP, DOGE, UNI, LINK, USDC e agora também os recém-chegados HYPE, ADA e SUI.
Segundo Anderson Chamon, cofundador e VP executivo de Novos Negócios, a estratégia do PicPay é clara:
“Cripto já está no dia a dia dos brasileiros. Nosso objetivo é democratizar o acesso, mesclando ativos consolidados com novidades bem posicionadas, permitindo que cada cliente diversifique sua carteira.”
💡 A retomada da divisão cripto demonstra que grandes empresas estão cada vez mais confiantes na maturidade do setor no Brasil. Afinal, além de reserva de valor, moedas digitais como o Bitcoin já ganham força também como meio de pagamento.
🚀 Para a comunidade, o movimento reforça que o Brasil segue na rota da adoção massiva de cripto, conectando fintechs tradicionais a um mercado que cresce em ritmo acelerado.
Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





