O mercado de Ethereum viveu dias eletrizantes após a revelação de que uma entidade não identificada comprou 221.166 ETH em apenas uma semana — o equivalente a quase US$ 1 bilhão.
Segundo dados da plataforma Lookonchain, a movimentação ocorreu enquanto o Ether subia 21% e ultrapassava os US$ 4.300, levando sua capitalização de mercado a US$ 523 bilhões, superando gigantes como a Mastercard.
📊 A operação foi distribuída em seis carteiras distintas, com aquisições feitas por meio da Galaxy Digital, FalconX e BitGo. A maior dessas carteiras concentra US$ 181 milhões em ETH, enquanto a menor possui US$ 128 milhões.
Esse movimento acompanha uma tendência maior: o número de endereços com mais de 10.000 ETH atingiu o maior nível em um ano, segundo a Glassnode.
🏦 Instituições na ofensiva
Empresas de capital aberto também reforçaram sua presença no ativo. A BitMine Immersion Technologies adquiriu 208.000 ETH (mais de US$ 900 milhões) e a SharpLink Gaming somou US$ 303 milhões em compras.🔮 Olhares no futuro
Para o especialista de crescimento de comunidade da CriptoBR, esse tipo de movimentação institucional pode ser o gatilho para novos patamares de preço. “Quando empresas e investidores de grande porte acumulam em escala, elas sinalizam confiança no longo prazo. Isso atrai atenção global e fortalece a narrativa do ETH como ativo estratégico para tesourarias e projetos Web3.”O analista Nilesh Verma projeta que o Ethereum pode chegar a US$ 20 mil em até oito meses, enquanto outros apontam que o rompimento dessa marca é apenas questão de tempo.
⚠️ Cautela no radar
Mesmo otimista, Vitalik Buterin alerta contra um cenário de “alavancagem excessiva” por parte de empresas, lembrando que o crescimento sustentável exige equilíbrio entre demanda e fundamentos.🌐 Para entender como movimentos como este podem impactar seu portfólio e aprender estratégias de alocação, agende uma conversa com o especialista da CriptoBR clicando aqui.
Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





