O universo cripto foi sacudido ontem por rumores de que o Google estaria banindo todas as carteiras de Bitcoin e criptomoedas da sua Play Store. A confusão começou após a jornalista e defensora da privacidade L0la L33tz afirmar que carteiras não-custodiais seriam removidas caso seus desenvolvedores não tivessem registro em órgãos como FinCEN (EUA), FINTRAC (Canadá) ou autorização do CASP na Europa, conforme o regulamento MiCA.
A notícia repercutiu rapidamente, com influenciadores e usuários preocupados que aplicativos populares de autocustódia desaparecessem da loja. O barulho foi tão grande que o Google quebrou seu silêncio habitual e se pronunciou oficialmente — algo raro quando o assunto é criptomoedas.
📌 O que o Google disse
Segundo a empresa, a nova política não afeta carteiras de autocustódia (não-custodiais), apenas aquelas onde os fundos são controlados por terceiros — as chamadas carteiras custodiais.“Carteiras não-custodiais não estão no escopo da nossa política. Estamos atualizando a Central de Ajuda para deixar isso mais claro”, informou o Google em resposta à BlueWallet no X (antigo Twitter).
📊 E o Brasil?
O país não possui, por enquanto, regras específicas sobre publicação de apps de criptomoedas com base no tipo de custódia. Assim, não há impacto imediato para usuários brasileiros. Porém, isso pode mudar quando o Banco Central avançar com novas regulamentações para o setor.💡 Por que isso importa
Em tempos de maior escrutínio regulatório global, qualquer atualização nas políticas de gigantes como Google pode impactar diretamente a forma como usuários acessam e interagem com o ecossistema cripto. A clareza nesse tipo de regra é crucial para evitar pânico e garantir que a inovação continue.🚀 Quer entender como mudanças como essa podem afetar sua segurança e suas estratégias com cripto?
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Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





