Belo Horizonte deu um passo histórico no cenário cripto brasileiro. Nesta terça-feira (12), a Câmara Municipal aprovou em segundo turno o Projeto de Lei 124/2025, que projeta a capital mineira como referência nacional em Bitcoin e tecnologias descentralizadas. Agora, o texto segue para sanção ou veto do prefeito Álvaro Damião.
O projeto, de autoria do vereador Vile (PL), vai muito além de simbolismo. Ele prevê incentivo à inovação, promoção de eventos especializados, educação financeira para a população e apoio direto à pesquisa e desenvolvimento de soluções baseadas em blockchain e criptomoedas.
A relatora Marilda Portela (PL) defendeu a manutenção do incentivo ao setor, afirmando que a retirada comprometeria o elemento mais inovador da proposta — a sinalização pública de que a cidade quer se integrar às transformações econômicas globais.
💡 Por que isso importa?
Com a aprovação, Belo Horizonte entra no radar internacional como destino promissor para investimentos e startups do universo cripto. O município poderá atrair empresas, gerar empregos qualificados e estimular novos negócios em um mercado bilionário.📈 O movimento é estratégico
O vereador Vile destacou que o Bitcoin é a principal moeda digital do mundo e que BH precisa abraçar esse ecossistema para não perder relevância econômica. “É hora de fomentar inovação e criar um ambiente que una tecnologia, mercado e sociedade”, afirmou.🌐 Visão de comunidade e expansão
Para ampliar o impacto da nova lei, a CriptoBR — referência em educação e crescimento de comunidades Web3 — já estruturou um plano de engajamento local, conectando empreendedores, desenvolvedores e investidores.🔗 Agende uma conversa com nosso especialista em crescimento de comunidade e descubra como potencializar seus projetos no ecossistema Bitcoin: https://calendly.com/oliver-criptobr/30min?month=2025-08
Mauro Andrade cobre cripto internacional, geopolítica digital e mercado global no CriptoBR. Acompanha movimentos regulatórios nos EUA, Europa e Ásia, adoção institucional por grandes players (BlackRock, Fidelity, JPMorgan) e o impacto geopolítico das criptomoedas no cenário financeiro mundial.





